segunda-feira, 14 de maio de 2012

Cap. 26 - Capitulo final

TaylorModeOn
Quando eu acordei e me deparei com aquele bilhete na mesa voltei ao tempo e lembrei de tudo que vive até agora nesse planeta, lembrei também das palavras do meu pai, dizendo que o amor verdadeiro não existia entre os humanos, eu não sei como vai ser daqui pra frente, eu não sei se os humanos realmente são uma ameça ou  pelo menos se dá para generalizar isso, eu não sei se o meu pai estava certo quando me disse que um dia o amor sempre acaba, eu sei é que eu sinto que posso amá-lo para o resto da vida, quando ele está aqui é como se nada mais importasse, como se eu estivesse em outra galáxia totalmente perfeita que só agente conhece e quando vai embora é como se tudo isso congelasse, como se a felicidade não existisse mais.
Eu olhei sorrindo para a janela ainda com o papel na mão, lembrei do seu rosto e do seu cheiro e fechei os olhos devagar, mas fui interrompida pelo barulho do celular a tocar, atendi rápido sem nem ver quem era.
- Te acordei? - Era ele.
- Não, eu já estava acordada.
- Recebeu meu bilhete?
- Eu estava pensando nisso agora mesmo - Dei um largo sorriso.
- Então, o que vamos fazer hoje a noite? - Pois é, agente não falou nada sobre reconciliação, mas parece que aconteceu sem agente controlar
- Não sei, agente podia ficar aqui, só eu e você no friozinho, bem juntinhos, que tal?
- Essa é uma ótima ideia, se eu tivesse uma maquina do tempo, adiantaria para hoje a noite agora mesmo - Ri um pouco - Eu vou passar no escritório do meu pai, vou almoçar por lá e pela tarde vou ver umas coisas para a faculdade e de noite estarei ai.
- Ok, estarei esperando ansiosamente.
- Tchau, tenho que desligar.
- Tchau. - Desligamos e eu ainda tinha o sorriso no rosto, sei lá eu estava radiante.
Eu não sei o que é, se é amor, paixão, atração, eu só sei que eu quero viver assim o resto da vida.

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Cap. 25

MitchModeOn
Eu e a Taylor estamos cada vez mais separados, depois daquele dia não soube mais dela, as aulas estão prestes a voltar e nada. Em mais uma noite pensando em tudo que me tem acontecido, resolvi ligar para ela, ver se ela já voltou de ,sei lá pra onde ela foi.
O telefone chamou e chamou, quando eu já ia desistir ouvi a sua voz.
- Alô!
- Oi! Quer dizer, alô!
- Oi?!
- Então, como vai você? - É, eu resolvi ligar mas eu não tinha a mínima ideia do que falar.
- Tô bem, na medida do possível.
- Hun, só liguei pra saber de você, você sumiu né?!
- Hun, eu tô aqui.
- é, eu percebi ... Então ... Era só isso mesmo.
- Ok, então tchau.
 Desliguei, olhei a janela, lá fora estava nublado. Eu tenho saudade de tudo! - Era isso que eu queria dizer, que eu sinto saudade do seu beijo, do seu cheiro, das suas manias, do seu modo de falar, de como você me abraçava, de tudo, mas não veio nem metade de tudo isso, não consegue sair, eu sei lá.
Desci as escadas, estava tudo escuro, como sempre, ninguém em casa, peguei o carro e dirigi não sei para onde, deixei meu coração me guiar e como sempre ele me levou a ela.
- Seria muito ridículo eu subir?
Olhei para a janela do quarto dela, a luz estava acessa, sai do carro e entrei no prédio, o porteiro me deixou entrar sem problemas, ele já me conhece, subi de elevador, quando cheguei na porta dela, fraquejei, pensei, "o que eu estou fazendo aqui?" Fiquei parado olhando a porta branca  num surto toquei a campainha, logo depois me arrependi, pensei em correr, mas seria mais ridículo do que eu ali. Quando a maçaneta se mexeu meu coração disparou, ela abriu a porta, estava com o cabelo solto e com o pijama azul, ela não falou nada só me olhou com cara de quem esperava alguma coisa.

TaylorModeOn
Fiquei surpresa ao vê-lo parado na minha porta, mas era justamente o que eu queria, nós ficamos em silêncio por um minuto, parados sem mover nenhum músculo, eu já estava quase pulando em seu pescoço quando ele me beijou ferozmente me empurrando para dentro, fechou a porta com seus pés, depois virou e me encostou nela, olhou parar mim como se esperasse alguma reação mas eu não sou essa mulher toda para falar alo numa hora dessas, puxei-o parar mim num beijo intenso, eu estava com uma mão na sua nuca e outra nos seus cabelos.
Ah, como eu senti saudades desse cheiro, desse cabelo, desse beijo, de todos os milímetros do seu corpo, ele pegava com gosto na minha cintura, desceu suas mãos para as minhas coxas, automaticamente enrolei minhas pernas na sua cintura e ele me levou para o quarto, eu estava louca, tirei sua camisa enquanto ficava em pá na cama e ele tirou meu short, beijou minha barriga, eu estava delirando a mil, puxei ele para cima da cama e cá estávamos nós nos beijando loucamente em pé na minha cama, ele passava a mão pelas minhas costas, dentro da minha blusa, enquanto eu arranhava suas costas de leve, causando suspiros nele, eu ri e mordi os lábios com o seu suspiro, o que o deu mais fogo, tirou minha blusa, e detalhe e estava sem sutian, rsrs, A noite foi uma loucura.

MitchModeOn
Acordei com ela dormindo nos meus braços, pensei em esperar ela acordar e falar tudo aquilo que eu estava pensando, desistir, saí ante dela acordar mas deixei um bilhete na mesa da cozinha
                                                P.S : EU TE AMO 


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cap. 24

JessieM
odeOn
Já se passou uma semana e nada da Marry, ela não atende celular, não liga, não manda mensagem, eu até fui lá na casa dela, mas nada, está tudo trancado, eu comecei a ficar preocupada.
- E ai Jessie, e a sua namorada ela morreu? Já faz uma semana que ela não aparece.- Olhei com cara de sarcasmo para ela, eu não aguento mais a Juliana aqui, mas a verdade é que toda vez que olho para ela ainda sinto alguma coisa, não posso definir o que é, pode até ser amor ou raiva, quem sabe, mas é mais provável que seja rancor. Ela estava com uma cerveja na mão, se sentou no chão ao meu lado.
- Tá preocupada? Eu conheço essa cara.
- Me deixa tá?!
- Eu sei que errei com você mas é que eu não podia ...
- Ok, não precisa ficar dando explicações a essa altura. - Levantei e deixei-a sozinha. Fui para a cozinha, sentei no balcão e tentei ligar mais uma vez para a Marry.
- Ah, nada... - Eu não sabia mais o que fazer, será que ela sumiu para sempre?
- Para de pensar besteira Jessie - Eu falava pra mim mesma - Ok, só vou ligar mais uma vez - Disquei o número e coloquei no ouvido, o barulhinho do telefone chamando já estava me dando nos nervos, quando eu ia desistir ela atendeu.
- Oi. - Meu coração deu um pulo.
- Marry? Onde você está, eu estou sem te ver a uma semana.
- Calma Jessie, me encontra na pracinha eu preciso falar contigo
- Eu quero que você me explique esse sumiço
- Ok, mas vem logo.
- Certo, tô saindo de casa.
- Ok. Beijo
- Beijos. - Eu desci do balcão em um pulo e sai correndo porta a fora, minha mãe ainda ficou me chamando mas eu nem dei ouvido.Cheguei na pracinha e ela já estava lá, quando avistei-a nem acreditei, nos abraçamos e nos beijamos.
- O que aconteceu?
- Ok, senta, eu preciso que você acredite em mim, eu preciso que você confie em mim, certo?
- Tudo bem eu confio em você.
- Eu tive que sair assim porque meu pai, ele ... ele morreu.
- O QUÊ?
- Calma, agora está tudo bem, agente já resolveu tudo mas, tem uma coisa que eu não posso mais esconder de você.
- Fala.
- Érr.. é que eu não sou assim como você sabe...
- Como assim não é como eu? Eu não estou entendendo Marry.
- Jessie, você vai achar que eu estou drogada, mas faz um esforço para acreditar
- Fala.
- Eu não sou daqui, eu sou de outro mundo.
- Espera, eu não tô entendendo.
- Eu sei que é ridículo, mas é a verdade, eu não sou da terra, eu sou de outro mundo, de outra galáxia...
- Marry...
- Por favor acredita em mim.
- Mas isso é loucura. Marry, sabe como isso soa ridículo? Você some por uma semana, chega dizendo que seu pai morreu e me diz que é extraterrestre?
- É vem comigo, você vai ver. - Ela me esticou pela mão e foi me levando para um lugar vazio, era como um beco. - Promete que você não vai gritar e sair correndo?
- Mas ...
- Por favor .
- Tá bem . - Ela fechou os olhos e começou a se concentrar, depois uma luz estranha começou a aparecer e ela se transformou em uma coisa estranha, um ser esquisito, a primeira coisa que eu fiz foi ficar com medo mas não corri, eu fiquei sem reação, mas logo ela voltou a ser o que era antes. Eu não conseguia nem falar direito.
- Acredita agora? - Eu demorei um pouco para responder.
- É que é inacreditável.
- Eu sei, isso vai mudar alguma coisa entre nós?
- Aquilo era mesmo você?
- Era Jessie.
- É que é difícil acreditar.
- Eu sei.
- Mas eu te amo, te amo muito
- Muito obrigado por me entender.- Eu peguei na sua mão e acenei que sim com a cabeça, puxei-a para mim e beijei-a.
- Eu senti sua falta minha estranhinha.
- rsrsrsrsrsrsrs...

ATENÇÃO:

OI GALERA VOLTEI E LÁ, AGORA VOU CONSEGUIR CONTINUAR A HISTÓRIA, NÃO SEI SE VOU TERMINAR LOGO PORQUE ACABEI TENDO VÁRIAS IDÉIAS PARA ELA, ENTÃO LÁ VAI MAIS UM CAP AI ;D

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ATENÇÃO

GENTE A HISTÓRIA VAI FICAR PARADA POR ALGUM TEMPO POR MOTIVOS DE FORÇA MAIOR. EU TÔ MEIO SEM IDÉIAS PARA CONTINUA-LÁ, MAS COM CERTEZA VOU TERMINA-LA
BEIJOS . NESSA

sábado, 12 de novembro de 2011

Cap.23


JessieModeOn

A Marry não deu nenhum sinal de vida, disse que vinha conhecer a minha mãe mas nem apareceu, liguei no seu celular, nada, liguei até para a Taylor mas ninguém atendia também, fiquei preocupada mas não pude fazer nada. Pela tarde eu tive uma surprezinha nada agradável, a Juliana chegou na cidade e veio visitar agente. Tocaram a campainha e a Cassie foi atender e a sínica estava lá parada com um short jeans, ema regata branca e uma jeffrey campbell vermelha.
- Oi Cassie! - A Cassie meio sem graça.
- Oi Jú.
- Não vai me convidar para entrar?
- Claro, entra. - Eu estava no sofá paralisada, eu sabia que uma hora ou outra ela ia me procurar mas eu ainda tremia só em ouvir a sua voz. Ela entrou e olhou para mim com um sorriso ridiculamente aberto ai lembrei porque eu gostava tanto dela.
- Oi Jess, feliz em me ver? - Eu pensei em fazer grosseria e depois pensei em agir como se nada tivesse acontecendo mas fiquei calada.
- O que foi perdeu a língua?
- Não, só não esperava te ver tão cedo.
- Pois é, aqui estou eu.
- E você quer o que?
- Que indelicada. Eu senti saudades.
- Sério? Pois eu não tô sentindo nem um pingo.
- Ai, você ficou muito grossa.
- Eu não fiquei grossa, eu só aprendi com os meus erros.
- Você quer dizer que eu fui um erro.
- Pois é , e dos grandes.
- Aff, cadê a sua mãe? - Minha mãe chegou na sala.
- Eu ouvi a voz da July?
- Sou eu mesmo !
- aaah, menininha você voltou e vai ficar aqui em casa né?!
- Não sei, a sua filha não ficou muito feliz em me ver.
- Ah, claro que não, a Jessie não vai se importar de você ficar aqui, além do mais, você é minha amiga. Vamos para a cozinha, nós vamos fazer um piqui-nique.
Naquele momento eu quis matar a minha mãe, ela sempre podia piorar as coisas. Fomos pro tal piqui-nique e lá ela ficou me provocando, querendo chamar minha atenção.
- Então Jess, e a sua namorada? - MINHA MÃE TINHA QUE TOCAR NESSE ASSUNTO.
- A Jess tem uma namorada? - como se ela não soubesse
- É, ela disse que ia lá em casa hoje. O que aconteceu?
- Aconteceu umas coisas e ela não pode vir.
- Huun.
- E ela é mais bonita que eu?
- Essa pergunta eu não posso responder, não conheço ela, mas fala Jessie também quero saber, ela é bonita?
- Ela é sim, muito bonita, muito melhor que você.- Ela ficou meio sem graça, depois minha mãe e a Cassie resolveram dar um mergulho no rio e o que eu temia aconteceu, nós ficamos sozinhas.Ela não falou nada, ficou só me encarando com seu rosto angelical, o que me atormentou, eu não falei nada, fiquei com os meus fones de ouvido até a hora de ir embora, quando chegou em casa liguei para a Marry outra vez mas ninguém atendia.

sábado, 10 de setembro de 2011

Cap. 22




TaylorModeOn

Acordei meio mal ,com um mal pressentimento, parece que hoje não vai ser um dia muito bom, a Marry acordou cedo também e podemos tomar café juntas.
- Ai, hoje não tô me sentindo muito bem.
-Sério ? Nem eu! Acordei com um peso no corpo sei lá.
- Será que um sinal do papai ou do povo de lá?
- Claro que não Marry eu acho é que nós pegamos um resfriado .
- Tem certeza? Isso estar muito estranho.
- Deixa de coisa.
- Você que sabe.
Tomamos café e conversamos um pouco.
- Então, e como vai os estudos?
- Super bem, estou muito animada para o vestibular .
- Que ótimo.
- Ok, agora eu já vou porque hoje eu vou conhecer a mãe da Jessie, ela não tá muito animada não mas...
- Hun, porque a mãe dela é chata?
- Segundo a Lola é como uma adolescente.
- Então ela deve ser muito divertida.
- Pois é, to super ansiosa, beijos e tchau. –Ela saiu animada.
Um pouco depois a campainha tocou.
- Ah que mania de esquecer a chave Marry. – Abrir a porta e dei de cara com o Mitch
- Oi- Ele falou meio inseguro.
- Oi, entra.
- Resolvi passar aqui, já faz uns dias que não te vejo.
- É, então ... o que andou fazendo? – O clima não era dos melhores , eu estava com medo e ele estava com medo de falar o que não devia , sei lá, não estávamos a vontade.
- Nada, andei organizando minha vida, as aulas vão começar e esse semestre eu tenho que cuidar melhor dos estudos.
- Pois é. Não quer sentar? – Ele sentou meio desconfortável no sofá.
- Taylor.
- Oq?
- Esse clima entre nós... está muito estranho, está incomodo pra mim, eu queria voltar a ser como era antes.
- É , eu sei , mas é que é meio involuntário, eu estou meio insegura dos meus e dos seus atos.
- Hun, isso por causa do caso da boate?
- Não , sei lá, depois daquilo ficou tudo meio estranho, essa história me fez pensar em coisas..
- Que coisas?
-Err, nossa relação não é como as outras Mitch.
- Como assim?
- Esqueceu do meu probleminha?
- Probleminha? Pra mim , não tem nenhum problema.
- Não tem porque você não sabe de tudo, você não viu tudo.
- Então me conta, me mostra.
- Não é simples assim Mitch.
-Então como é me explica Taylor.
Nesse momento a Marry chega de repente abrindo a porta de uma vez, ela estava caindo no chão, e aquele desconforto voltou .
- MARRY? O que aconteceu?
- Tay, tem alguma coisa acontecendo com o papai.
- Como assim? – O Mitch me ajudou a colocá-la no sofá – Calma, fala direito.
- Eu estava indo pra casa da Jessie e no meio do caminho me veio aquele mal estar e a minha cabeça começou a doer forte, então eu ouvi a voz do papai gritando.
- Meu Deus, e agora? O que é que eu faço?
- Não sei Taylor, mas agente tem que ajudar-lo .
- Mas como?
- Nós temos que achar um portal, algum jeito de voltar pra casa.
- Voltar? Casa?
- Sim Tay, urgentemente.
- Mitch pega um copo de água pra ela por favor – Ele pegou o copo com água e a Marry bebeu, eu estava aflita eu não pensava em voltar para lá outra vez, eu não queria voltar, mas eu não podia negar ajuda ao meu pai. Depois que a Marry se acalmou, podemos conversar melhor.
- Não podemos perder tempo, eu sei que o papai está em apuros.
- Eu sei, mas como agente vai achar um portal?
- Nós temos que nos concentrar.
- Ok.
- Eu vou ligar pra a Jessie e dizer que nós vamos ter que viajar e você vai pensando no que fazer.
- Certo.
Ela foi pra o quarto e eu fiquei na sala com o Mitch.
- Você vai mesmo pra lá.
- Eu tenho que ir.
- Eu sei – Um silêncio incomodo pairou no ar, eu estava aflita gostaria de pensar em uma solução para todo esse problema mas ao mesmo tempo pensava na idéia de ir embora . A Marry saiu do quarto.
- Então , alguma idéia?
- Agente podia tentar aquela floresta do dia em que você chegou.
- Boa idéia . E você Mitch ?
- Eu vou com vocês até a floresta.
- Não, é melhor você ir embora.- Falei desesperada, não queria que ele visse tudo aquilo mais uma vez e também ia ser pior pra mim vendo ele ali.
- Eu quero ir, por favor.
- Taylor, não temos pra ficar discutindo isso aqui, vamos logo.
- Ok. – Fomos até a floresta e chegando lá, tentamos achar o lugar exato onde o portal que trouxe a Marry pra cá se abriu e quando achamos, demos as mãos e tentamos nos concentrar, por um lado eu queria muito que desse certo mas por outro queria muito ficar. E pra minha alegria ou tristeza conseguimos abrir o portal e em menos de um segundo nós estávamos em casa.
Olhamos em volta, estava tudo fora de lugar, havia muita poeira, parecia que havia passado um furação. A Marry correu para a aldeia e eu fui atrás dela, as casas estavam quase todas destruídas.
- Alí o palácio.- Corremos para lá e entramos, não tinha ninguém na porta, estava tudo deserto, subimos as escadas e nada.
- Tô ouvindo um barulho vindo dalí. – Empurramos as portas gigantescas e demos de cara com quase toda a população daquele lugar.
- ALELÚIA, ELAS VIERAM.
Todos olharam para nós e o governador, braço direito do meu pai continuou a falar.
- Temos uma notícia ruim para vocês minhas queridas altezas, o vosso pai morreu.
Naquele momento veio um frio na barriga e as minhas vistas chagaram a ficar meio embasadas, mas conseguir me controlar.
- O que? Como assim morreu?