
TaylorModeOn
Acordei meio mal ,com um mal pressentimento, parece que hoje não vai ser um dia muito bom, a Marry acordou cedo também e podemos tomar café juntas.
- Ai, hoje não tô me sentindo muito bem.
-Sério ? Nem eu! Acordei com um peso no corpo sei lá.
- Será que um sinal do papai ou do povo de lá?
- Claro que não Marry eu acho é que nós pegamos um resfriado .
- Tem certeza? Isso estar muito estranho.
- Deixa de coisa.
- Você que sabe.
Tomamos café e conversamos um pouco.
- Então, e como vai os estudos?
- Super bem, estou muito animada para o vestibular .
- Que ótimo.
- Ok, agora eu já vou porque hoje eu vou conhecer a mãe da Jessie, ela não tá muito animada não mas...
- Hun, porque a mãe dela é chata?
- Segundo a Lola é como uma adolescente.
- Então ela deve ser muito divertida.
- Pois é, to super ansiosa, beijos e tchau. –Ela saiu animada.
Um pouco depois a campainha tocou.
- Ah que mania de esquecer a chave Marry. – Abrir a porta e dei de cara com o Mitch
- Oi- Ele falou meio inseguro.
- Oi, entra.
- Resolvi passar aqui, já faz uns dias que não te vejo.
- É, então ... o que andou fazendo? – O clima não era dos melhores , eu estava com medo e ele estava com medo de falar o que não devia , sei lá, não estávamos a vontade.
- Nada, andei organizando minha vida, as aulas vão começar e esse semestre eu tenho que cuidar melhor dos estudos.
- Pois é. Não quer sentar? – Ele sentou meio desconfortável no sofá.
- Taylor.
- Oq?
- Esse clima entre nós... está muito estranho, está incomodo pra mim, eu queria voltar a ser como era antes.
- É , eu sei , mas é que é meio involuntário, eu estou meio insegura dos meus e dos seus atos.
- Hun, isso por causa do caso da boate?
- Não , sei lá, depois daquilo ficou tudo meio estranho, essa história me fez pensar em coisas..
- Que coisas?
-Err, nossa relação não é como as outras Mitch.
- Como assim?
- Esqueceu do meu probleminha?
- Probleminha? Pra mim , não tem nenhum problema.
- Não tem porque você não sabe de tudo, você não viu tudo.
- Então me conta, me mostra.
- Não é simples assim Mitch.
-Então como é me explica Taylor.
Nesse momento a Marry chega de repente abrindo a porta de uma vez, ela estava caindo no chão, e aquele desconforto voltou .
- MARRY? O que aconteceu?
- Tay, tem alguma coisa acontecendo com o papai.
- Como assim? – O Mitch me ajudou a colocá-la no sofá – Calma, fala direito.
- Eu estava indo pra casa da Jessie e no meio do caminho me veio aquele mal estar e a minha cabeça começou a doer forte, então eu ouvi a voz do papai gritando.
- Meu Deus, e agora? O que é que eu faço?
- Não sei Taylor, mas agente tem que ajudar-lo .
- Mas como?
- Nós temos que achar um portal, algum jeito de voltar pra casa.
- Voltar? Casa?
- Sim Tay, urgentemente.
- Mitch pega um copo de água pra ela por favor – Ele pegou o copo com água e a Marry bebeu, eu estava aflita eu não pensava em voltar para lá outra vez, eu não queria voltar, mas eu não podia negar ajuda ao meu pai. Depois que a Marry se acalmou, podemos conversar melhor.
- Não podemos perder tempo, eu sei que o papai está em apuros.
- Eu sei, mas como agente vai achar um portal?
- Nós temos que nos concentrar.
- Ok.
- Eu vou ligar pra a Jessie e dizer que nós vamos ter que viajar e você vai pensando no que fazer.
- Certo.
Ela foi pra o quarto e eu fiquei na sala com o Mitch.
- Você vai mesmo pra lá.
- Eu tenho que ir.
- Eu sei – Um silêncio incomodo pairou no ar, eu estava aflita gostaria de pensar em uma solução para todo esse problema mas ao mesmo tempo pensava na idéia de ir embora . A Marry saiu do quarto.
- Então , alguma idéia?
- Agente podia tentar aquela floresta do dia em que você chegou.
- Boa idéia . E você Mitch ?
- Eu vou com vocês até a floresta.
- Não, é melhor você ir embora.- Falei desesperada, não queria que ele visse tudo aquilo mais uma vez e também ia ser pior pra mim vendo ele ali.
- Eu quero ir, por favor.
- Taylor, não temos pra ficar discutindo isso aqui, vamos logo.
- Ok. – Fomos até a floresta e chegando lá, tentamos achar o lugar exato onde o portal que trouxe a Marry pra cá se abriu e quando achamos, demos as mãos e tentamos nos concentrar, por um lado eu queria muito que desse certo mas por outro queria muito ficar. E pra minha alegria ou tristeza conseguimos abrir o portal e em menos de um segundo nós estávamos em casa.
Olhamos em volta, estava tudo fora de lugar, havia muita poeira, parecia que havia passado um furação. A Marry correu para a aldeia e eu fui atrás dela, as casas estavam quase todas destruídas.
- Alí o palácio.- Corremos para lá e entramos, não tinha ninguém na porta, estava tudo deserto, subimos as escadas e nada.
- Tô ouvindo um barulho vindo dalí. – Empurramos as portas gigantescas e demos de cara com quase toda a população daquele lugar.
- ALELÚIA, ELAS VIERAM.
Todos olharam para nós e o governador, braço direito do meu pai continuou a falar.
- Temos uma notícia ruim para vocês minhas queridas altezas, o vosso pai morreu.
Naquele momento veio um frio na barriga e as minhas vistas chagaram a ficar meio embasadas, mas conseguir me controlar.
- O que? Como assim morreu?
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